sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Parabéns OndaJazz!

O ONDAJAZZ comemora hoje o seu 4º aniversário. É já um local de referência na noite lisboeta. Podemos assistir apenas ao concerto, que vai desde o Fado ao Jazz (evidentemente) passando pela música de Cabo Verde ou Brasil, jantar com boa música, ou até escolher este local como mais uma sala de estar para encontrar os amigos. O 4º ano foi um pouco conturbado mas, promete estar mais resistente que nunca e manter as suas portas abertas à qualidade e diversidade. Por aqui não quisemos passar esta data sem deixar uma notinha de cor e levantamos o copo para desejar muitos mais anos de vida a este espaço e a este projecto.

Se hoje for um local de eleição a noite promete...

BOM FIM-DE-SEMANA!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

depois de tanto trabalho, para quem não quiser jantar já...

Scones de iogurte
Iogurte de frutos silvestres, ou de damasco: 1 chávena Farinha: 2 chávenas Fermento: 3 colheres (de chá) Manteiga: 50 g Água: 4 colheres (de sopa) Sal fino q.b.

Junta-se a farinha, o fermento e o sal e peneira-se a mistura para um recipiente. Faz-se uma depressão no centro destes ingredientes. Na concavidade, verte-se o iogurte, a manteiga já amolecida e a água. Mistura-se, então, até a massa se apresentar homogénea e macia. Sobre uma bancada polvilhada com farinha amassa-se a mistura e estende-se com um rolo. A folha deve ficar com dois dedos de altura. Corta-se, de seguida, a massa em círculos que se vão colocando num tabuleiro de ir ao forno. Pincela-se cada bolinho com leite. O forno deve estar a 200ºC e a cozedura prolonga-se entre 15 a 20 minutos.

Bom apetite!!!!

um momento(entre muitos).

C grinch diz: hehe
C grinch diz: iupi
C grinch diz: vai ver, vai ver
C grinch diz: estames tã benje
C grinch diz: hehe...somos mesmo nós
FNC - resoluções para 2009 diz: lol
C grinch diz: e aqui a Lisa rir vem tão a propósito
FNC - resoluções para 2009 diz: os olhinhos de conspirador
C grinch diz: aaaaaaaaaaaaaii
C grinch diz: sim, de galego cegueta é o que é
C grinch diz: e depois diz que tem a membrana da córnea grossa
C grinch diz: amore...imensas, resmas, paletes de desculpas
C grinch diz: foste adoptado, vinhas num contentor de linhas para malhas da coreia
C grinch diz: do sul, claro!!!!!
FNC - resoluções para 2009 diz: sim, basta para papai para perceber que sou adoptado
C grinch diz: (falta a virgula ali nas malhas)
C grinch diz: pois claro
C grinch diz: já eu, olha-se para os meus pais e restante familia e vê-se logo
C grinch diz: IGUALITA, IGUALITA...
C grinch diz: não escapa até aos olhos mais desatentos e destreinados
C grinch diz: bom, se calhar vou trabalhar um pouquito...
C grinch diz: até já

shuifff

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

terça-feira, 25 de novembro de 2008

E se eu fosse um daqueles que corre para o sofá??

...era assim!!!

e a vossa? (aqui) Obrigada Clara

Contra a Violência Doméstica

Dia Internacional - 25 de Novembro
Vale a pena dar destaque a este dia, pelos números assustadores que nos são apresentados e que se baseiam apenas em queixas formalizadas. Podemos equacionar, conhecendo a mentalidade do povo português, o volume de casos que ficam por denunciar, quantas mulheres que sofrem em silêncio e a quantidade de crianças a viver realidades de completa degradação da condição humana.
É importante denunciar, falar e esclarecer. A violência doméstica é crime!

sábado, 22 de novembro de 2008

umas dicas para um bom fim-de-semana

O LUGAR DA MULHER É NO LAR. O TRABALHO FORA DE CASA MASCULINIZA.(Revista Querida, 1955) (isso de ser no 'lar', podemos chamar lar a muita coisa mas quanto a não ser indicado o trabalho fora de casa, eu concordo..há muitas correntes de ar)

É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido.(Jornal das Moças, 1957) (sempre impecável diante do marido mas não quer dizer que seja o seu. pode ser um qualquer e pressupomos que seja casado, se não for...hum...só se for bem novo!!!)

A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos.(Jornal das Moças, 1959) (não senhor, para os serviços domésticos está o mordomo, o choffeur, o padeiro, o carteiro...)

A desarrumação numa casa de banho desperta no marido a vontade de ir tomar Banho fora de casa.(Jornal das Moças, 1965) (como eu o percebo, se isso me acontecesse todas as manhãs, eu seria primeira a começar a acordar noutro lado)

agora que está tudo arrumado posso descansar

apetece-me indiano, vamos todas?!

Fado Maestro

O homem que me fez aprender a gostar de fado faz 45 anos de carreira. Para assinalar esta data sai um CD/DVD com um recolha belíssima de temas e interpretações que marcaram de forma decisiva a carreira de CARLOS DO CARMO (ainda hoje a minha preferência vai sempre para a voz masculina no fado).
Dia 29, com muitos, muitos amigos, faz um espectáculo no pavilhão atlântico juntando a esta comemoração uma acção de beneficência. O valor recolhido de bilheteira reverte a favor da Soc. A Voz do Operário, que como já dissemos aqui, comemora este ano o seu 125º aniversário.

São muitas as razões para não faltar a este espectáculo...eu vou! (bilheteira - site do Pavilhão Atlântico)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Vi ontem mais um documentário sobre os Kennedy. É impressionante como continuam a ser uma referência. Deve ter sido deles que os americanos herdaram o "nascer a já a lidar com as câmaras de fotografia e video". Um grande sorriso, desenvoltura, ter sempre uma resposta na ponta da língua... Não é preciso ser... basta parecer (com convicção).
"Ask not what your country can do for you - ask what you can do for your country."

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

'Quero-te não por quem és, e sim por quem sou quando estou contigo.' aos meus amigos

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Carta para o Natal

Querida irmã,
Gosto muito de ti.
Diz-me o que queres para o Natal,
Eu digo-te o que quero para mim.
Com apenas alguns euros,
Apagam-se momentos mais carentes.
Sonho com este boneco,
Na esperança de momentos mais ardentes.
Que bonito, até rimou,
Deve ser da emoção que me causou.
Qual Afrodite e Hefesto,
Com este belo soneto me despeço.

a listinha desta semana

2ªfeira
3ªfeira
4ª feira
5ªfeira
6ªfeira

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Um Mundo Catita

Já aqui fizemos um post sobre esta maravilha da 7arte mas agora, dia 16, pelas 23h, vamos poder começar a ver na RTP2 a extraordinária série de ficção portuguesa.

Aconselho vivamente!!!
Tudo bom, da música aos figurinos, nada é deixado ao acaso.

"A ideia original partiu de Filipe Melo e João Leitão, sendo que foram apontados num "brain-storming" determinados pressupostos que se vieram a consubstanciar neste produto para o pequeno ecrã. "Situações embaraçosas e caricatas que aconteceram realmente" integram a série, pronta desde 2007. "Nós fizemos isto com muito amor e muito pouco dinheiro", prossegue. A RTP2 "que não é propriamente o canal com mais recursos financeiros" interessou-se pelo projecto "que tem uma qualidade que se apropria à estação", considera. Gravada em alta-definição, cada episódio de 30 minutos de "Um Mundo Catita" tem a particularidade de os sonhos do protagonista, filmados em 16mm, se reportarem a momentos da história do cinema. "A imagem funciona muito bem", comenta. Referências a "O sétimo selo" de Ingmar Bergman", ou ao gabinete do dr. Caligari, bem como a um intelectual francês dos anos 60, integram o que Vieira apelida de "devaneios poético-cómicos"." in Jornal de Noticias

ALVORECE EM STA APOLÓNIA

transformamo-nos em abóboras... mas só lá prás 8 da manhã...
BOM FIM.DE.SEMANA

...pronto!

si vous fait plaisir

Um filme que promete ser interessante; com pormenores que faz valer a pena ver no cinema. http://www.thefilmfactory.co.uk/brideshead/

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

' "If the global crisis continues, by the end of the year only two Banks will be operational, the Blood Bank and the Sperm Bank! Then these 2 banks will merge and it will be called "The Bloody Fucking Bank" '

'Se podes olhar vê. Se podes ver, repara.'

"Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso."José Saramago

Ensaio sobre a cegueira é um filme de uma extenuante intesidade. Creio que conhecendo a história se entenderá de outra forma o raciocinio arguto inerente à realização de Fernando Meirelles. As cores predominantes, a agitação permanente que se traduz tanto na imagem como no aparecimento de novas personagens, a ansiedade transmitida pela música, tudo são ferramentas para transmitir o peso da mensagem desta obra. O autor do livro, nestas palavras acima transcritas, diz que é necessário termos a coragem de admitirmos o que somos, nas minhas diria que deveriamos realmente fazer esse execício, o de nos questionarmos enquanto individuos e sobre a forma como uma sociedade, como a nossa, tende a desenvolver-se. Várias questões se põem ao longo do filme sob a metáfora da cegueira enquanto um mal social; a discriminação, a sobrevalorização do individualismo, a ansia de poder, a falta de humanidade no seu sentido mais lato, manifestada em cada uma das personagens tipo, e nas suas mais variadas formas.

'A jornada da família lança luz tanto sobre a perigosa fragilidade da sociedade como também no exasperador espírito de humanidade.'

Normalmente sentimo-nos incomodados quando nos confrontam com algumas questões que ultrapassam credos e regimes. Talvez pudesse ser uma forma de reequacionarmos principios que nos regem, objectivos que pretendemos atingir e principalmente o papel que temos no global onde nos inserimos. Deve ver-se o filme e sem sombra de dúvida ler-se este livro. Eu vou reler e talvez rever o filme depois disso...

(não é nenhuma mensagem do Dalai Lama, este homem não é o Ghandi!!! (lol) Saramago foi apenas capaz de equacionar de forma global o que muitas vezes nos assalta individualmente e principalmente de o transmitir de uma forma universal e extraordinária. Esta mensagem faz tanto sentido aqui como na China.)
1- Mulher não mente...omite factos
2- Mulher não fofoca...troca informações
3- Mulher não trai...vinga-se quando necessário
4- Mulher não fica bebeda...fica em estado de alegria
5- Mulher nunca diz mal...apenas é sincera
6- Mulher não grita...testa as cordas vocais
7- Mulher nunca chora...lava as pupilas dos olhos com frequência
8- Mulher nunca olha para um homem com segundas intenções...apenas verifica suas formas anatômicas
9- Mulher entende sempre o que homem diz...só pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocínio
10- Mulher não sente preguiça...descansa a beleza
11- Mulher nunca sofre por amor...entra em contradições com os sentimentos
12- Mulher nunca engana os homens...pratica apenas o que aprendeu com eles

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bacalhau!

Parece que anda aqui alguma sensação de surpresa quanto a um facto super interessante e super importante que é a presença de parasitas no bacalhau que todos os dias consumimos.

E para vos ajudar nesta pesquisa e selecção do que comemos aqui vos dou dicas muuuuuuuuuuuito úteis.

Eles vêm enroladinhos dentro de uma estrutura oval ou redondinha, à laia de larva no conforto do ovo. Normalmente são acastanhados. Agora estarão a pensar que realmente até ja tinham reparado numa zonas mais acastanhadas do bacalhau, pequenos pontos, que como seria de esperar, ignoram.

Pois, meus amigo, não os ignorem.

A próxima vez vão la investigar, e irão encontrar um pequeno exemplar destes seres que vos mostro...
'O homem não é produto das circunstâncias. As circunstâncias são produtos do homem.'(Benjamim Disraeli)
'Sabemos disto em teoria, mas será que já interiorizamos esta verdade? Será que nos lembramos disto quando acontece alguma peripécia menos agradável? Será que dissecamos essas situações nesta perspectiva? Não é tanto na perspectiva do “errei agora levo na cabeça”, numa postura derrotista, mas sim, de forma matura perceber onde é que podemos não ter tido a melhor das atitudes. A experiência traz a maturidade portanto, há também que ser tolerante connosco. Se fosse hoje talvez já não tivéssemos agido daquela maneira, verdade? Sejamos então, generosos connosco próprios.' (vera xavier)
P.A.R.I.S http://www.dailymotion.com/video/x4fx6q_paris-cedric-klapisch-romain-duris_shortfilms

terça-feira, 11 de novembro de 2008

1º aniversário

Fez um ano, no passado dia 8, que foi publicado o primeiro post neste blog. Data que ficou esquecida na minha memória como na dos restantes donos desta casa. Fica aqui a lembrança, os votos para que dure mais alguns e que principalmente se mantenha este espírito de diversidade. Muitos beijinhos e abraços.
Para sobreviver são necessários quatro abraços por dia, para manter o estado de espírito são necessários oito e doze para fazer realmente a diferença e conseguirmos crescer como seres humanos. Dar um abraço será de certa forma uma maneira de comunicar sentimentos e sensações para os quais não temos as palavras adequadas. A coisa que acaba por ser mais interessante nesta troca, é o facto de ser das poucas onde raramente se consegue dar sem receber.

Lot´s of hugs!!!!

auto-retrato

Vincent Willem van Gogh : Zundert, 30 de Março de 1853 — Auvers-sur-Oise, 29 de Julho de 1890).Pintor pós-impressionista neerlandês, considerado um dos maiores de todos os tempos. Uma vida repleta de fracassos terminando em suícidio. Somente após a sua morte sua obra foi amplamente reconhecida. A influência deste pintor no expressionismo, fauvismo e abstraccionismo foi decisiva. O Museu Van Gogh em Amesterdão é dedicado aos seus trabalhos e aos dos seus contemporâneos.

HUM?

MG diz: ...na na na my hearts on fire
MG diz: you come to me come to me wild and and wild...
MGdiz: grande Tina
C diz: hehe
C diz: sim senhora
C diz: uma verdadeira senhora do ró...
C diz: esqueci-me de por a merda do envelope no correio
C diz: bolas...
C diz: vou dar ao meu pai ou assim
C diz: esqueço-me
C diz: ainda perco o recibo
MG diz: ...rolin' on the river
C diz: lololol
C diz: isso tá animado
C diz: eu estou constipadíssima
C diz: e entupida
MG diz: tunrin'...
C diz: e assim
MG diz: turnin'...
C diz: lol

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

esta semana não há corridas mas ficam as musiquinhas...

2ªf
3ªf
4ªf
5ªf
6ªf
sábado logo se vê.....Nancy Vieira no São Luiz provavelmente...(às 22h)

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Sol e sombra

O verdadeiro impacto de qualquer obra reside na sua capacidade de unificar ideias contraditórias, ou seja, um ponto de vista e o seu contrário. E digo unificar e não chegar a um compromisso. Isto é o que os espanhóis dão a entender com uma expressão com origem nas touradas: 'sol e sombra'.
Marcel Breuer in 'Sol e Sombra', 1965

arquitectura e vida-outubro

'For your eyes only'

Ao que parece o nosso James Bond surge à imagem de um tal Sir John Bond, homem do século XVII que ficou conhecido por estar nos locais errados à hora errada. Criou para a sua famila o lema 'Non sufficit orbis' (o mundo não é o bastante - the world is not enough). Os Bond são originários da terra onde Ian Fleming estudou e onde a história desta familia aristocrata é muito conhecida . Utilizou pela primeira vez nos seus livros esta frase no 'Ao serviço de sua majestade' e mais tarde vem a ser titulo de um filme, já com Pierce Brosnan no papel do herói.

'For
your
eyes
only'
foi o oitavo romance de Fleming, retrata a relação cruel e amarga de um casal em colapso. Do autor diz-se que cria a personagem de 007 como fuga a uma situação pessoal em parte semelhante, como que um alter-ego. As semelhanças entre o nosso heroi e o escritor são várias; ambos orfãos, frequentaram as mesmas escolas, fumam e bebem como verdadeiros viciados, um gosto refinadíssimo por mulheres e luxos, e por trás de tudo isto escondem uma enorme angustia e imensos problemas existenciais.

QUANTUM OF SOLACE segundo li e percebi, numa tradução um pouco rigida, significará uma 'medida de conforto' uma expressão para um estado de alma reconfortado, amparado e relaxado. Já se começa a antever esta viragem nas histórias ,no fim de Casino Royal, onde a preocupação do herói em encontrar justiça e paz marca o fim do filme. Quantum of solace, segundo os entendidos, deverá ser visto como uma sequela e não como uma história independente. Com todas as novidades apresentadas na realização, nos actores, guarda-roupas e adereços, efeitos e caracterizações a actualidade de temas e universos é mais fiel que nunca aos explorados por Ian Fleming nos seus livros.

Uma inquietação e algum cansaço pela vida levada até então, levam Ian Fleming a criar uma personagem inspirada numa época bem distante, que consegue retratar de uma maneira bem particular e actual a condição humana, mantendo-se intereessante e envolta em mistério até aos dias de hoje.

Domingo parece-me ser o dia indicado para ver este filme!!!

PODER DE COMUNICAÇÃO À BRASILEIRA

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Carta de uma mãe procupada

Permitam-me partilhar convosco o conteúdo de um e-mail que recebi. Embora não seja mãe, partilho das preocupações de quem a escreveu.
Reza assim:
" Sr. Engº José Sócrates, Antes de mais, peço desculpa por não o tratar por Excelência nem por Primeiro-Ministro, mas, para ser franca, tenho muitas dúvidas quanto ao facto de o senhor ser excelente e, de resto, o cargo de primeiro-ministro parece-me, neste momento, muito pouco dignificado.Também queria avisá-lo de antemão que esta carta vai ser longa, mas penso que não haverá problema para si, já que você é do tempo em que o ensino do Português exigia grandes profundas leituras.
Ainda pensei em escrever tudo por tópicos e com abreviaturas, mas julgo que lhe faz bem recordar o prazer de ler um texto bem escrito, com princípio, meio e fim, e que, quiçá, o faça reflectir (passe a falta de modéstia).
Gostaria de começar por lhe falar do 'Magalhães'. Não sobre os erros ortográficos, porque a respeito disso já o seu assessor deve ter recebido um e-mail meu. Queria falar-lhe da gratuitidade, da inconsequência, da precipitação e da leviandade com que o senhor engenheiro anunciou e pôs em prática o projecto a que chama de e-escolinha.O senhor fala em Plano Tecnológico e, de facto, eu tenho visto a tecnologia, mas ainda não vi plano nenhum. Senão, vejamos a cronologia dos factos associados ao projecto 'Magalhães':. No princípio do mês de Agosto, o senhor engenheiro apareceu na televisão a anunciar o projecto e-escolinhas e a sua ferramenta: o portátil Magalhães.. No dia 18 de Setembro (quinta-feira) ao fim do dia, o meu filho traz na mochila um papel dirigido aos encarregados de educação, com apenas quatro linhas de texto informando que o 'Magalhães' é um projecto do Governo e que, dependendo do escalão de IRS, o seu custo pode variar entre os zero e os 50 euros. Mais nada!
Seguia-se um formulário com espaço para dados como nome do aluno, nome do encarregado de educação, escola, concelho, etc. e, por fim, a oportunidade de assinalar, com uma cruzinha, se pretendemos ou não adquirir o 'Magalhães'.. No dia 22 de Setembro (segunda-feira), ao fim do dia, o meu filho traz um novo papel, desta vez uma extensa carta a anunciar a visita, no dia seguinte, do primeiro-ministro para entregar os primeiros 'Magalhães' na EB1 Padre Manuel de Castro.
Novamente uma explicação respeitante aos escalões do IRS e ao custo dos portáteis.. No dia 23 de Setembro (terça-feira), o meu filho não traz mais papéis, traz um 'Magalhães' debaixo do braço. Ora, como é fácil de ver, tudo aconteceu num espaço de três dias úteis em que as famílias não tiveram oportunidade de obter esclarecimentos sobre a futura utilização e utilidade do 'Magalhães'. Às perguntas que colocámos à professora sobre o assunto, ela não soube responder. Reunião de esclarecimento, nunca houve nenhuma. Portanto, explique-me, senhor engenheiro: o que é que o seu Governo pensou para o 'Magalhães'? Que planos tem para o integrar nas aulas? Como vai articular o seu uso com as matérias leccionadas? Sabe, é que 50 euros talvez seja pouco para se gastar numa ferramenta de trabalho, mas, decididamente, e na minha opinião, é demasiado para se gastar num brinquedo.
Por favor, senhor engenheiro, não me obrigue a concluir que acabei de pagar por uma inutilidade, um capricho seu, uma manobra de campanha eleitoral, um espectáculo de fogo de artifício do qual só sobra fumo e o fedor intoxicante da pólvora.Seja honesto com os portugueses e admita que não tem plano nenhum. Admita que fez tudo tão à pressa que nem teve tempo de esclarecer as escolas e os professores. E não venha agora dizer-me que cabe aos pais aproveitarem esta maravilhosa oportunidade que o Governo lhes deu e ensinarem os filhos a lidar com as novas tecnologias.
O seu projecto chama-se e-escolinha, não se chama e-familiazinha! Faça-lhe jus! Ponha a sua equipa a trabalhar, mexa-se, credibilize as suas iniciativas! Uma coisa curiosa, senhor engenheiro, é que tudo parece conspirar a seu favor nesta sua lamentável obra de empobrecimento do ensino assente em medidas gratuitas.Há dias arrisquei-me a ver um episódio completo da série Morangos com Açúcar.
Por coincidência, apanhei precisamente o primeiro episódio da nova série que significa, na ficção, o primeiro dia de aulas daquela miudagem. Ora, nesse primeiro dia de aulas, os alunos conheceram a sua professora de matemática e o seu professor de português. As imagens sucediam-se alternando a aula de apresentação de matemática por contraposição à de português.
Enquanto a professora de matemática escrevia do quadro os pressupostos da sua metodologia - disciplina, rigor e trabalho - o professor de português escrevia no quadro os pressupostos da sua - emoção, entrega e trabalho. Ora, o que me faz espécie, senhor engenheiro, é que a personagem da professora de matemática é maldosa, agressiva e antiquada, enquanto que o professor de português é um tipo moderno e bué de fixe.
Então, de acordo com os princípios do raciocínio lógico, se a professora de matemática é maldosa e agressiva e os seus pressupostos são disciplina e rigor, então a disciplina e o rigor são coisas negativas. Por outro lado, se o professor de português é bué de fixe, então os pressupostos da emoção e da entrega são perfeitos.
E de facto era o que se via. Enquanto que na aula de matemática os alunos bufavam, entediados, na aula de português sorriam, entusiasmados. Disciplina e rigor aparecem, assim, como conceitos inconciliáveis com emoção e entrega, e isto é a maior barbaridade que eu já vi na minha vida. Digo-o eu, senhor engenheiro, que tenho uma profissão que vive das emoções, mas onde o rigor é 'obstinado', como dizem os poetas.
Eu já percebi que o ensino dos dias de hoje não sabe conciliar estes dois lados do trabalho. E, não o sabendo, optou por deixar de lado a disciplina e o rigor. Os professores são obrigados a acreditar que para se fazer um texto criativo não se pode estar preocupado com os erros ortográficos. E que para se saber fazer uma operação aritmética não se pode estar preocupado com a exactidão do seu resultado.Era o que faltava, senhor engenheiro!
Agora é o momento em que o senhor engenheiro diz de si para si: mas esta mulher é um Velho do Restelo, que não percebe que os tempos mudaram e que o ensino tem que se adaptar a essas mudanças?
Percebo, senhor engenheiro. Então não percebo?
Mas acontece que o que o senhor engenheiro está a fazer não é adaptar o ensino às mudanças, você está a esvaziá-lo de sentido e de propósitos. Adaptar o ensino seria afinar as metodologias por forma a torná-las mais cativantes aos olhos de uma geração inquieta e voltada para o imediato. Mas nunca diminuir, nunca desvalorizar, nunca reduzir ao básico, nunca baixar a bitola até ao nível da mediocridade.
Mas, por falar em Velho do Restelo...... Li, há dias, numa entrevista com uma professora de Literatura Portuguesa, que o episódio do Velho do Restelo foi excluído do estudo d'Os Lusíadas. Curioso, porque este era o episódio que punha tudo emcausa, que questionava, que analisava por outra perspectiva, que éalgo que as crianças e adolescentes de hoje em dia estão pouco habituados a fazer.
Sabem contrariar, é certo, mas não sabem questionar. São coisas bem diferentes: contrariar tem o seu quê de gratuito; questionar tem tudo de filosófico. Para contrariar, basta bater o pé. Para questionar, é preciso pensar. Tenho pena, porque no meu tempo (que não é um tempo assim tão distante), o episódio do Velho do Restelo, juntamente com os de Inês de Castro e da Ilha dos Amores, era o que mais apaixonava e empolgava a turma. Eram três episódios marcantes, que quebravam a monotonia do discurso de engrandecimento da nação e que, por isso, tinham o mérito de conseguir que os alunos tivessem curiosidade em descodificar as suas figuras de estilo e desbravar o hermetismo da linguagem. Ainda hoje me lembro exactamente da aula em que começámos a ler o episódio de Inês de castro e lembro-me das palavras da professora Lídia, espicaçando-nos, estimulando-nos, obrigando-nos a pensar.
E foi há 20 anos.Bem sei que vivemos numa era em que a imagem se sobrepõe à palavra, mas veja só alguns versos do episódio de Inês de Castro, veja que perfeita e inequívoca imagem eles compõem:
'Estavas, linda Inês, posta em sossego,
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano d'alma ledo e cego,
Que a fortuna não deixa durar muito (...)'
Feche os olhos, senhor engenheiro, vá lá, feche os olhos. Não consegue ver, perfeitamente desenhado e com uma nitidez absoluta, o rosto branco e delicado de Inês de Castro, os seus longos cabelos soltos pelas costas, o corpo adolescente, as mãos investidas num qualquer bordado, o pensamento distante, vagueando em delícias proibidas no leito do príncipe? Não vê os seus olhos que de vez em quando escapam às linhas do bordado e vão demorar-se na janela, inquietos de saudade, à espera de ver D. Pedro surgir a galope na linha do horizonte?
E agora, se se concentrar bem, não vê uma nuvem negra a pairar sobre ela, não vê o prenúncio do sangue a escorrer-lhe pelos fios de cabelo?Não consegue ver tudo isto apenas nestes quatro versos? Pois eu acho estes quatro versos belíssimos, de uma simplicidade arrebatadora, de uma clareza inesperada.
É poesia, senhor engenheiro, é poesia! Da mais nobre, grandiosa e magnífica que temos na nossa História. Não ouse menosprezá-la. Não incite ninguém a desrespeitá-la.Bem, admito que me perdi em divagações em torno da Inês de Castro.
O que eu queria mesmo era tentar perceber porque carga de água o Velho do Restelo desapareceu assim. Será precisamente por estimular a diferença de opiniões, por duvidar, por condenar? Sabe, não tarda muito, o episódio da Ilha dos Amores será também excluído dos conteúdos programáticos por 'alegado teor pornográfico' e o de Inês de Castro igualmente, por 'incitamento ao adultério e ao desrespeito pela autoridade'.
Como é, senhor engenheiro? Voltamos ao tempo do 'lápix' azul?
E já agora, voltando à questão do rigor e da disciplina, da entrega e da emoção: o senhor engenheiro tem ideia de quanta entrega e de quanta emoção Luís de Camões depôs na sua obra? E, por outro lado, o senhor engenheiro duvida da disciplina e do rigor necessários à sua concretização? São centenas e centenas de páginas, em dezenas de capítulos e incontáveis estrofes com a mesma métrica, o mesmo tipo de rima, cada palavra escolhida a dedo... o que implicou tudo isto senão uma carga infinita de disciplina e rigor?
Senhor engenheiro José Sócrates: vejo que acabo de confiar o meu filho ao sistema de ensino onde o senhor montou a sua barraca de circo e não me apetece nada vê-lo transformar-se num palhaço. Bem, também não quero ser injusta consigo. A verdade é que as coisas já começaram a descarrilar há alguns anos, mas também é verdade que você está a sobrealimentar o crime, com um tirinho aqui, uma facadinha ali, uma desonestidade acolá.
Lembro-me bem da época em que fiz a minha recruta como jornalista e das muitas vezes em que fui cobrir cerimónias e eventos em que você participava. Na altura, o senhor engenheiro era Secretário de Estado do Ambiente e andava com a ministra Elisa Ferreira por esse Portugal fora, a inaugurar ETAR's e a selar aterros. Também o vi a plantar árvores, com as suas próprias mãos. E é por isso que me dói que agora, mais de dez anos depois, você esteja a dar cabo das nossas sementes e a tornar estéreis os solos que deveriam ser férteis.Sabe, é que eu tenho grandes sonhos para o meu filho.
Não, não me refiro ao sonho de que ele seja doutor ou engenheiro. Falo do sonho de que ele respeite as ciências, tenha apreço pelas artes, almeje a sabedoria e valorize o trabalho. Porque é isso que eu espero da escola. O resto é comigo.
Acho graça agora a ouvir os professores dizerem sistematicamente aos pais que a família deve dar continuidade, em casa, ao trabalho que a escola faz com as crianças. Bem, se assim fosse eu teria que ensinar o meu filho a atirar com cadeiras à cabeça dos outros e a escrever as redacções em linguagem de sms.
Não. Para mim, é o contrário: a escola é que deve dar continuidade ao trabalho que eu faço com o meu filho.
Acho que se anda a sobrevalorizar o papel da escola. No meu tempo, a escola tinha apenas a função de ensinar e fazia-o com competência e rigor. Mas nos dias que correm, em que os pais não têm tempo nem disposição para educar os filhos, exige-se à escola que forme o seu carácter e ocupe todo o seu tempo livre. Só que infelizmente ela tem cumprido muito mal esse papel. A escola do meu tempo foi uma boa escola.
Hoje, toda a gente sabe que a minha geração é uma geração de empreendedores, de gente criativa e com capacidade iniciativa, que arrisca, que aposta, que ambiciona. E não é disso que o país precisa? Bem sei que apanhámos os bons ventosda adesão à União Europeia e dos fundos e apoios que daí advieram, mas isso por si só não bastaria, não acha?
E é de facto curioso: tirando o Marco cigano, que abandonou a escola muito cedo, e a Fatinha que andava sempre com ranhoca no nariz e tinha que tomar conta de três irmãos mais novos, todos os meus colegas da primária fizeram alguma coisa pela vida. Até a Paulinha, que era filha da empregada (no meu tempo dizia-se empregada e não auxiliar de acção educativa, mas, curiosamente, o respeito por elas era maior), apesar de se ter ficado pelo 9º ano, não descansou enquanto não abriu o seu próprio Pão Quente e a ele se dedicou com afinco e empenho. E, no entanto, levámos reguadas por não sabermos de cor as principais culturas das ex-colónias e éramos sujeitos a humilhação pública por cada erro ortográfico. Traumatizados? Huuummm... não me parece.
Na verdade, senhor engenheiro, tenho um respeito e uma paixão pela escola tais que, se tivesse tempo e dinheiro, passaria o resto da minha vida a estudar.Às vezes dá-me para imaginar as suas conversas com os seus filhos (nem sei bem se tem um ou dois filhos...) e pergunto-me se também é válido para eles o caos que o senhor engenheiro anda a instalar por aí. Parece que estou a ver o seu filho a dizer-lhe: ó pai, estou com dificuldade em resolver este sistema de três equações a três incógnitas... dás-me uma ajuda?
E depois, vejo-o a si a responder com a sua voz de homilia de domingo: não faz mal, filho... sabes escrevero teu nome completo, não sabes? Então não te preocupes, é perfeitamente suficiente...Vendo as coisas assim, não lhe parece criminoso o que você anda a fazer? E depois, custa-me que você apareça em praça pública acompanhado da sua Ministra da Educação, que anda sempre com aquele ar de infeliz, de quem comeu e não gostou, ambos com o discurso hipócrita do mérito dos professores e do sucesso dos alunos, apoiados em estatísticas cuja real interpretação, à luz das mudanças que você operou, nos apresenta uma monstruosa obscenidade.
Ofende-me, sabe? Ofende-me por me tomar por estúpida.Aliás, a sua Ministra da Educação é uma das figuras mais desconcertantes que eu já vi na minha vida. De cada vez que ela fala, tenho a sensação que está a orar na missa de sétimo dia do sistema de ensino e que o que os seus olhos verdadeiramente dizem aos pais deste Portugal é apenas 'os meus sentidos pêsames'.
Não me pesa a consciência por estar a escrever-lhe esta carta. Sabe, é que eu não votei em si para primeiro-ministro, portanto estou à vontade. Eu votei em branco. Mas, alto lá! Antes que você peça ao seu assessor para lhe fazer um discurso sobre o afastamento dos jovens da política, lembre-se, senhor engenheiro: o voto em branco não é o voto da indiferença, é o voto da insatisfação! Mas, porque vos éconveniente, o voto em branco é contabilizado, indiscriminadamente, com o voto nulo, que é aquele em que os alienados desenham macaquinhos e escrevem obscenidades.Você, senhor engenheiro, está a arriscar-se demasiado. Portugal está prestes a marcar-lhe uma falta a vermelho no livro de ponto.
Ah...espere lá... as faltas a vermelho acabaram... agora já não há castigos...Bem, não me vou estender mais, até porque já estou cansada de repetir 'senhor engenheiro para cá', 'senhor engenheiro para lá'. É que o meu marido também é engenheiro e tenho receio de lhe ganhar cisma.
Esta carta não chegará até si. Vou partilhá-la apenas e só com os meus E-leitores (sim, sim, eu também tenho os meus eleitores) e talvez só por causa disso eu já consiga hoje dormir melhor. Quanto a si, tenho dúvidas.
Para terminar, tenho um enorme prazer em dedicar-lhe, aqui, uma estrofe do episódio do Velho do Restelo. Para que não caia no esquecimento. Nem no seu, nem no nosso.
'A que novos desastres determinas
De levar estes Reinos e esta gente?
Que perigos, que mortes lhe destinas,
Debaixo dalgum nome preminente?
Que promessas de reinos e de minas
De ouro, que lhe farás tão facilmente?
Que famas lhe prometerás? Que histórias?
Que triunfos? Que palmas? Que vitórias? '
Atenciosamente e ao abrigo do artigo nº 37 da Constituição da República Portuguesa,
Uma mãe preocupada"

desesperos

MG diz: beijos;
C diz: inté;
MG diz: vou ver se não me atiro p debaixo de um autocarro a caminho de casa;
C diz: pois, mas faz isso depois de corrermos;
MG diz: ok;
C diz: atiramo-nos ao tejo, se nos conseguirmos mexer;
MG diz: ao menos ficas com o colchãozito;
C diz: ok, sim, mas leva os pesos para não boiares;
MG diz: está tudo no carro fofinha, lol;
C diz: hehe;
MG diz: aliás posso-me logo atirar dentro do carro p não ter tentações de nadar;
C diz: acho mal;
MG diz: prendo-me com o sinto;
C diz: vais poluir imenso o rio sem necessidade;
MG diz: queres o carro?;
C diz: e o carro pode dar jeito ainda;
MG diz: já está poluido;
C diz: lol;
MG diz: vou fazer de museu p tainhas;
C diz: não interessa, esse é o mal dos amaricanos em relação ao mundo;
C diz: deixas o carro e eu vendo para ir fazer uma viagem ou assim, boa?;
MG diz: não vais muito longe deixa-me que te diga, aquela merda não vale nada;
C diz: ai...o raio da miúda, vou mais longe que tu, que ficas logo aqui no tejo!

Sistema Gastrointestinal

Desculpem lá, mas acho que devemos todos saber por onde é que a merda que entra, sai.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Já temos um novo presidente...ai perdão, não somos nós...são os americanos...Bolas! continuamos com o Cavaco e a sua Maria. Obama vai para a Casa Branca?...pronto lá vem a conotação cromatica, mas que raio interessa se o senhor é acastanhado, faz dele mau ou bom? morre na mesma como os outros. Por falar nisso, vou lançar uma questão. Pode ser? Acham bem?

Acham!!!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

É tão bom quando sentimos que somos especialmente queridos a alguém. Que sentem a nossa falta e que de repente um jantar ou uma pequena conversa, retomar a partilha habitual de assuntos do quotidiano ou até das grandes discuções sobre a vida na Terra e o que nos reservará o futuro, são as coisas mais importantes que podemos fazer com um amigo.Poucos serão os afortunados que podem dizer e sentir esta palavra com alguma frequencia. Sentir no olhar do outro um 'que bom que estás aqui' é o reconforto de um abraço sem tamanho. Obrigada.
(é engraçado como para mim cada momento e cada pessoa tem uma música, um ritmo, um cheiro tão próprios que dificilmente voltam a dissociar-se. se tivesse que descrever a pessoa a quem me refiro com notas musicais seria com estas, num ritmo de eléctrico e cheiro de castanhas assadas com manteiga)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

umas musiquinhas para nossas corridas da semana

De vuelta, revuelta

Bom, é um facto que não tenho andado por aqui, não tenho razão para tal, a não ser o simples facto de não ter o que dizer, ou a disponibilidade para o fazer.

Mas, nestes últimos dias, aconteceram coisas que me trouxeram muita felicidade. Não quero dizer com isto que agora seja uma pessoa feliz e que antes não o era. Mas há pequenas coisas que tornam os nossos dias mais felizes.

Noutro dia em conversa não me lembro muito bem com quem, tenho ideia de que não era alguém com quem eu costume falar muito....cheguei a uma conclusão muito dramática, problematica mesmo, causa de muitos desconfortos. É que ainda não sou muito velha e já há coisas que não faço há muitos anos e que me davam o maior prazer. Aliás, das coisas que me davam o maior prazer. Então, e uma pessoa com esta idade, tenra como a minha, já não faz o que lhe dava maior prazer? Então faz o quê? Que susto que eu apanhei. Lá retomei algumas, poucas, que tb não pode ser tudo de uma vez só, não vá eu perder-me. Mas senti-me bem. Outra coisa que fiz foi resolver assuntos na minha cabecinha que em nada me fazem feliz e que nada adicionaram à minha existência. Senti-me bem.

Outra coisa, passei o fim de semana com amigos. A D O R E I !!! Obrigada. Adorei!!! Não consigo descrever muito bem, mas senti-me rejuvenescida, acho que é essa a palavra, e querida, no sentido em que sei quem gosta de mim, como eu sou, os meus defeitos e as minhas qualidades e a minha forma de ser, pronto. É muito dificil as pessoas aceitarem-se umas às outras como são, mas eu posso dizer que tenho amigos assim e que sou com eles como são comigo. Mais uma vez O B R I G A D A!!! Sinto-me abençoada.

E por ultimo, uma novidade que me deixou muito feliz, porque ainda a semana passada tinha pensado nisto. Um amigo, muito querido, vai voltar para perto de mim. E isso deixou-me muito feliz, porque tenho muitas saudades dele.

E por fim, V O L T E I!!!!!!!!!!!!!!!
'Quem trabalha muito, erra muito; quem trabalha pouco, erra pouco; quem não trabalha não erra; e quem não erra é promovido.'

Escreve o teu nome em japonês

A - ka B - tu C - mi D - te E - ku F - lu G - ji H - ri I - ki J - zu K - me L - ta M - rin N - to O -mo P - no Q - ke R - shi S - ari T -chi U - do V - ru W -mei X - na Y - fu Z - zi
vão deixando, pode ser divertido!